Marcha para Jesus Curitiba: 50 mil pessoas protestam sobre PLC 122 e kit anti-homofobia
Além de confraternizar, os participantes do evento aproveitaram a oportunidade para protestarem contra a legalização da maconha e a distribuição de kit anti-homofobia (apelidado de "kit gay") pelo governo federal.
Os manifestantes também realizaram abaixo-assinado contra o kit e o projeto de lei que criminaliza a homofobia
"Estamos manifestando nosso apoio à família, aos valores da família", diz o pastor Cirino Ferro, bispo da Igreja Sara Nossa Terra e presidente do Comep (Conselho de Ministros Evangélicos do Paraná).
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O PLC 122, que criminaliza a homofobia, está em tramitação no Senado e é chamado, no meio evangélico, de "lei da mordaça". Para Ferro, ele "pune o livre pensamento que é garantido pela Constituição" e impede os pastores de defenderem o sistema bíblico de família.
Quanto ao kit anti-homofobia, cuja distribuição em escolas públicas ainda está sendo estudada pelo MEC (Ministério da Educação), o pastor afirma que é "outra imposição que chega sem consultas prévias à sociedade, induzindo nossos filhos a aderir a coisas com as quais não concordamos".
Já os protestos contra a legalização da maconha eram motivados principalmente pela realização da Marcha da Maconha no país - em Curitiba, ela deveria ocorrer domingo (22/05), mas foi proibida por decisão da Justiça.

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