Entre os libertados estão 86 estrangeiros. Gesto acontece às vésperas da visita do Papa Bento XVI ao país
Ditador de Cuba, Raúl Castro classificou a medida como um "gesto humanitário "Manifestamos nossa disposição a conceder a liberdade antecipada a 86 cidadãos de 25 países, entre eles 13 mulheres", disse Castro no parlamento. Segundo o ditador, a medida beneficia "mais de 2,9 mil presos", representa "um gesto humanitário" de Cuba e envolve mulheres, doentes, idosos e jovens que elevaram seu nível cultural na prisão. Estão excluídos, "salvo poucas exceções, condenados por espionagem, terrorismo, assassinato, tráfico de drogas, pederastia com violência, assalto a residência, estupro e corrupção de menores", assinalou.
Visita do Papa - Segundo Castro, o indulto foi concedido a pedido de parentes dos presos, das igrejas Católica e Protestante, e às vésperas da visita do Papa Bento XVI, marcada para março.
O indulto anunciado hoje é o maior nos 53 anos de regime e será aplicado nos próximos dias. Ele supera o concedido um mês depois da visita do Papa João Paulo II a Cuba, em janeiro de 1998, que compreendeu 299 presos. O número total de prisioneiros no país não foi divulgado.
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