Para fazer a solicitação à Justiça, a Defensoria Pública tomou como base o laudo da perita legista Marilena Campos de Lima, que atestou que a ossada encontrada no Rio Botas, em Belford Roxo, no dia 30 de junho, era de uma menina.
A chefe de Polícia Civil, Martha Rocha, chegou a assumir em público o erro de identificação cometido por Marilena e afastou a perita.
Juan foi morto no dia 20 junho, na comunidade Danon, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.
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