Mais de 550 pessoas foram detidas, na quinta-feira, em várias cidades do Chile, em sequência de confrontos entre a polícia e estudantes, que voltaram a sair às ruas para reivindicar melhor educação pública e gratuita.
| Movimento estudantil iniciou protestos em Maio |
Um total de 552 pessoas foram detidas, a maioria (284) na capital, por "desordem, porte de armas ou explosivos", e 29 agentes da polícia ficaram feridos, informou o vice-ministro do Interior chileno, Rodrigo Ubilla, segundo o qual não há civis entre os feridos.
Os protestos não foram autorizados pela polícia, que recorreu a gás lacrimogéneo e canhões de água para dispersar os estudantes, que reclamam do Governo mais e melhores meios para o ensino público e superior.
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